quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Candidato 1818


Candidato 1818, duplo, reduz a 9,
na Numerologia e no Tarô.
"O Eremita", solitário e soberbo;
“A Lua” é Cheia, Minguante e Meia;
a sua teia não permeia mais, comprove?
No Jogo do Bicho é Cachorro;
mas, só ladra, não morde
e 18 também é 666,
o número do caPeTa.
Você, que se diz verdadeiro,
“graças a Zico”, ano derradeiro
de aturar a sua presença, de vez;
na tribuna, na orla e no morro.
Do Flamengo, o trampolim
pra mamar em outras tetas;
na política, introito;
assim, pelo poder, afoito,
nem bolacha, nem biscoito.
Depois de dois triênios,
Chavez, Chapolin, "Jênio".
Data venia, aguardamos Landim,
para por fim à tanta blasfêmia.
Protecionismo de Perebas,
já não bastava o LomBanana;
agora, Oaquim,
o VP que doou Adriano e Reinaldo,
pelo cachaceiro Vampeta;
destruir a Nação é a sua meta?
Você acha que tem saldo?
Governou para bajuladores,
ID’s, Digitais Influenciadores,
Idólatras de medíocres jogadores;
#Meu10Veste8.
Que você e os MAlditos divulgadores
dessa infeliz hashtag
vão pro Diabo que os carregue.
“Ei, macho, sossega o facho
e entrega a faixa presidencial”.
Acho que a sua hora já passou há muito;
então, renuncia, tira o fraque e a cartola
e deixa de achaque.
Sabe nada de bola,
mete a viola no saco;
pois, tá virando chacota
de bandido bandeirante;
aquele que se acha gigante,
parceiro do Catador de Cocô de Elefante
e do pai, PresodenTo, ladravaz, contumaz;
iguais, “quanto mais melhor”!
Você ser ridicularizado, tanto faz;
mas, a instituição maior do Brasil, não, jamais!
A sua história não dá um gibi,
os meus ídolos estão em almanaque,
nunca serão dirigentes;
sim, gente que forja a história
nos campos, nas batalhas.
Zico, Júnior e Leandro, eu vi;
Zizinho, Domingos e Leônidas, ouvi.
 Entretanto, há que se reconhecer o mérito
do Bastos Padilha, visionário,
do emocional Gilberto Cardoso
e do campeoníssimo Márcio Braga.
Então, desce do pedestal,
siga a sua campanha eleitoral,
com a subMarina melanÇilva,
nem preciso rogar praga;
pois, é muita draga junto.
Agora, que caiu na REDe
é peiXXXe VERME(lho):
“vai embora; vaza, escaravelho”!

SRN,

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

O Flamengo Que Eu Quero



O Flamengo Que Eu Quero pro meu destino
é o Flamengo que honra o hino,
por quem dobram os sinos
e encanta o velho, o homem, o menino.

O Flamengo Que Eu Quero pra minha memória
é o Flamengo que “morre” pela vitória,
que edifica, sempre, a sua história;
ainda que alguma luta seja inglória.

O Flamengo Que Eu Quero, que ganha taça,
é o Flamengo que mostra raça,
que enaltece a rubro-negra massa;
mas, a prece, carece, também, que eu faça.

Porque n’O Flamengo Que Eu Quero, o Manto é Sagrado
Valido, Rondinelli e Angelim têm honrado;
com Leônidas, sim; “O Diamante Negro”,
Domingos da Guia e Fausto; “A Maravilha”,
do visionário Padilha;
desde então, anos 30, o mais popular do Brasil.

Porque n’O Flamengo Que Eu Quero, a Nação é única;
Papagaio-de-Vintém, Cobra Coral, vestiu a túnica,
não tem pra ninguém!
Zizinho, Zico, o maior de todos e Leandro, ídolos, de fato;
pois, além do talento nato,
deixaram sangue e suor, em momentos mil.

Porque n’O Flamengo Que Eu Quero, eu canto com a alma;
pois, não há nada que não revele
a minha aura e a minha segunda pele.
DNA de “Raça, Amor e Paixão”.
 “Ele vibra, ele é fibra, muita libra já pesou;
Flamengo Até Morrer Eu Sou”.
FLAmém


SRN,

sábado, 9 de junho de 2018

A Gente Vai Levando


Mesmo com toda a grana,
o velho Banana
chafurda na lama,
ele só quer a fama.
E a gente vai levando,
a gente vai levando,
a gente vai levando,
a gente vai levando o sacana!

Mesmo com todo o tema,
já tá no esquema,
não tem problema;
já vejo a cena.
E a gente vai rezando,
a gente vai rezando,
a gente vai rezando,
a gente vai rezando a novena!

Mesmo com o nada ganho,
tudo obscuro,
cadê o dinheiro,
tá sempre duro,
traiu parceiro,
gestão sem futuro!

Mesmo com toda a libra,
o time não vibra,
joga sem raça,
não ganha a taça.
E a gente vai pagando,
a gente vai pagando,
a gente vai pagando,
a gente vai pagando o boleto!

Mesmo com trampolim,
pra fazer campanha,
ele não ganha,
velhote maldito.
E a gente vai votando,
a gente vai votando,
a gente vai votando,
a gente vai votando no Mito.

Mesmo com todo crápula
pagando rábula,
com toda súmula,
é mesmo o cúmulo.
E a gente vai falando,
a gente vai cantando,
a gente vai levando,
a gente vai rimando com túmulo!

Agora, com o Dourado,
superfaturado,
faltou trocado,
sexto colocado.
E a gente vai chamando,
a gente vai chamando,
a gente vai chamando,
a gente vai chamando um pênalti!

Agora, a metade é Base,
não tem mais quase,
acabou o "cheirinho",
gestão inepta.
E a gente vai querendo,
a gente vai sofrendo,
a gente vai vivendo,
a gente vai torcendo pro hepta!

Agora é Vini Malvadeza,
Paquetá, Cuéllar,
Diegos, Éverton Miteiro,
Garotos do Ninho.
E a gente vai mantendo,
a gente vai vencendo,
a gente vai sorvendo,
a gente vai bebendo cafezinho.

SRN,

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Supremacista Rubro-Negro


Flamenguista de coração, de corpo e alma;
de todas as cores, de todas as raças;
de tantas conquistas, incontáveis taças.
Sou branco, sou negro, sou ameríndio,
sou cafuzo, sou mameluco.
Sou Zico, Leônidas da Silva e Zizinho;
sou Domingos da Guia e Almir Pernambuquinho,
meu conterrâneo, indo e voltando.
Ah! Eu tô maluco...
Sim, de vera, sou de Pernambuco, nato;
mas, carioca de fato, de criação;
antes do Distrito Federal, setentrional.
Mengo, de Valido, Doval e Rondinelli,
que encarnaram, vestiram a 2ª pele;
fora deles, nada é igual ou mais autêntico
que a passagem do hino,
que aprendi a cantar; então, menino:
“Vencer, Vencer, Vencer;
Uma Vez Flamengo, Flamengo até Morrer!”
Aliás, mesmo depois da morte;
pois, a aura rubroenegrece e o espírito prevalece;
mas, você, que não tem essa sorte de bem nascido,
privilégio de quarenta milhões do “Mais Querido”, desista;
nem tenta, pois, Nação, Favela e Manto Sagrado
não precisam do pleonasmo
do nosso intenso nome;  
pois, já são termos consagrados do e pelo ;
como no “ABC do Sertão”, do grande Gonzagão;
nordestinamente falando.
Mas, o Rubro-Negro também é Norte, Sul, Centro-Oeste
e de berço, Sudeste; então, capital do país.
Prestem atenção: “nenhum clube nacional
tem tamanha integração”!
Como respondeu Flamengo, na lata, o jornalista inglês,
sobre qual seria o maior clube do Brasil,
dizendo os porquês ao atônito entrevistador,
um dos inúmeros paulistas, mais anarquista que contestador.
Então: “aceita, que dói menos”;
pois, o que nos agiganta, vos amedronta;
o que nos acalanta, vos consome.
Nada é maior, nem nos afronta;
muito menos, o sacrilégio
de atos e palavras de menos validos,
inválidos e invejosos.
A História construiu essa dinastia,
cento e vinte e um anos de glórias;
muito mais vitórias; também, derrotas e empates;
enfim, embates inesquecíveis
que a memória nos conta.
Então, sai da pista;
sou, velocista; também, maratonista;
sou elitista, Supremacista Rubro-Negro
de atitude, íntegro;
de completude, inteiro;
Pude e posso escrever::
“Isso Aqui é Flamengo!”

SRN,